
Na fronteira, tivemos que descer com as bagagens
para carimbar a saída de um país e a entrada no outro. A passagem custa US$ 7
(incluído o translado do hotel até a estação de ônibus – uma Van nos buscou).
Pela Mekong Express (pela qual já havíamos viajado dentro do Camboja), a
passagem é mais cara: US$ 13.

Finalmente, chegamos a Ho Chi Minh (denominada Saigon até 1975; no ano seguinte o Vietnã conquista sua independência), é a maior cidade do Vietnã. Situa-se ao sul e tem mais de 8 milhões de habitantes. É o maior porto e o maior centro industrial e comercial do país. A cidade é muito viva.


A poluição causada pelas motos é intensa, por isso
é normal vermos os motoristas usando aquelas máscaras brancas na face. Mas apesar da poluição, há muitos parques com áreas verdes e, inclusive, aparelhos para ginástica, alongamento,
step e bicicleta. Todos muito bem conservados.

O clima é tropical, quente e úmido. Existem diferenças climáticas entre o sul de Vietnã e o norte do país que é mais fresco. A estação chuvosa dura de maio a outubro no norte de Vietnã e as temperaturas são elevadas (de 30° C a 40° C). E chove, de maneira abundante, de julho a janeiro no centro do país, e de julho a novembro no sul.
Em 2010, foi construído o Aeroporto Internacional Long Thanh, a 40 km ao norte do centro.

As mulheres vietnamitas, com seu típico chapéu cone, são um símbolo de força. Elas estão por toda parte e trabalham 14-15 horas por dia e fazem de tudo: empurram carrinho, vendem produtos, carregam muito peso nas costas, com a tradicional balança, onde de cada lado há frutas, temperos, ovos, pães, comida em geral.
A moeda
oficial é o Dong (VND). O custo de vida não é tão baixo como no Camboja, mas
ainda assim tudo é bem barato.
0 comentários:
Postar um comentário