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Atrações


Os poetas e artistas compararam sempre a província de Binh Tri Thrien com uma aquarela, onde Hue é o quadro mais belo. Fundada no século XVII e localizada na margem norte do rio Huong, também conhecido como rio Perfume, devido ao aroma liberado pelas flores de lotos que inundam a região.
Hue ainda tem as heranças do seu áureo tempo de capital. Sete dos 13 imperadores da dinastia Nguyen (1802-1945) estão enterrados em tumbas que viraram atração turística. Os próprios governantes providenciavam a construção de seus túmulos, cada um erguido de acordo com a personalidade e o gosto pessoal do seu futuro "morador". Em comum, jardins, lagos e decoração sublime. Aliás, muitas ruas levam esse nome, Nguyen.

Já foi capital do país e tem centenas de mausoléus, templos, pagodes e tumbas abertos à visitação, que refletem a tradição religiosa e histórica. As construções mais famosas são o Mausoléu de Khai Dinh, que se assemelha mais a um castelo europeu do que à típica arquitetura asiática, e o Pagode Thien Mu às margens do rio Perfume (o símbolo oficial de Hue e uma das mais antigas estruturas religiosas da cidade; sua construção possui 7 andares e é a mais alta pagoda do Vietnã). Entre Hue e Danang encontra-se o porto denominado "Passo das Nuvens", desde onde se obtém belas vistas da costa.
Durante a Guerra do Vietnã, o lugar sobreviveu à Ofensiva do Tet, em 1968, quando os insurgentes do Vietnã do Norte e os vietcongues ocuparam a cidade. Muitos monumentos sucumbiram então, mas o que sobrou justifica uma visita. As cicatrizes desse conflito também podem ser vistas na impressionante Zona Desmilitarizada (DMZ) e nos túneis que abrigaram famílias inteiras durante anos. A 60 km de Hue, é possível conhecer a antiga fronteira entre os Vietnãs do Sul e do Norte e as galerias subterrâneas, escavadas sob o palco de sangrentas batalhas.

Começamos pela Cidade Imperial, mais conhecida pelo nome de Cidadela, vale uma visita. Saímos do hotel e fomos pegar uma embarcação para atravessar, já que a Cidadela fica às margens do outro lado do rio. Pode-se fazer um tour de 1 hora ou apenas atravessar. Melhor fazer o passeio que leva até alguns templos e tumbas da cidade. Descendo pelo rio, vê-se o quanto a população depende dele para sobreviver. À sua margem, se cultiva principalmente o arroz, mas também outros cereais. O rio também é usado pelas mulheres para lavar roupa e pelos homens para pescar. Na volta, você poder vir de ônibus, já que a estação fica bem ao lado da ponte (Truong Tien Bridge). Ali tem também um grande supermercado. A outra ponte é a Phu Xuan Bridge.

Também conhecida como Cidade Proibida de Hue e Cidade Proibida Púrpura de Hue, a residência dos imperadores é um complexo murado, com 520 hectares de superfície, que contém templos, palácios, pontes, jardins e lagos. No ingresso, há uma mapa no verso citando 9 lugares: Ngo Mon Gate, Thai Hoa Palace (é o que fica mais próximo do portão de entrada), Ta Vu House, Huu Vu House (essas duas últimas ficam uma de frente para a outra, bem no centro do complexo), Royal Theatre (à direita do portão, após as casas citadas anteriormente), Dien Tho Residence, The Mieu, Hung Mieu e Hien Lam Pavilion (essas três últimas estão à esquerda do portão).
O local é uma imitação da Cidade Proibida chinesa, erguida por ordem do imperador Gia Long, em 1804, e possui muitos atrativos interessantes, como o Portão Ngo Mon, os Canhões Sagrados, o Thai Hoa (palácio da suprema harmonia), as nove urnas dinásticas e os corredores dos mandarins. Infelizmente, a Cidade Proibida Roxa foi quase totalmente destruída durante a Guerra do Vietnã. Para quem aprecia cidades históricas, Hue é uma boa opção. LEMBRETE: costuma chover forte na região. Aberto diariamente, das 8h às 17h. A taxa de entrada é 80.000 VND ou US$ 4.

A 15 Km da cidade, estão as tumbas reais dos imperadores Nguyen.

Tumbas de Minh Mang – Minh Mang foi o segundo imperador da dinastia Nguyen. Era o filho mais novo de Gia Long, fundador da dinastia e permaneceu no poder entre 1820 a 1840. Sua tumba, construída entre 1841 e 1843, é a mais majestosa das tumbas de Hue, com harmonia perfeita entre a arquitetura e a paisagem natural.

Tumbas de Tu Duc – Tu Duc foi o imperador da dinastia Nguyen que permaneceu mais tempo no poder do país, de 1848 a 1883. Ele próprio desenhou a sua tumba, para que ainda em vida pudesse usá-la como seu palácio de verão e lugar de retiro espiritual. É considerada a tumba mais bela de Hue e seu grande complexo arquitetônico abrange lagos e paisagens naturais.

Demos mais uma volta na cidade, almoçamos e partimos no mesmo dia (de ônibus) para Hanói. Optamos pelo ‘sleeper bus’, com cerca de 32 camas (como beliches, lugares em cima e embaixo), mas não é como pensávamos. O ônibus é desconfortável, muito sujo e apertado e o motorista, bastante irresponsável. As bagagens têm que ser colocadas no porta-malas. Em cima, não há quase espaço. Passagem a US$ 25.

Outro, talvez um pouco melhor, é o ‘soft-sleeping’ com ar condicionado. Melhor mesmo é ir de ônibus normal ou de trem, que é mais seguro. Este oferece umas seis saídas diárias, fazendo a viagem em 20 horas. Há cabines para 4 pessoas e bancos de madeira para duas pessoas. O ônibus é um pouco mais rápido: 12h. O percurso é de 700 km, todavia as estradas não permitem uma velocidade mais rápida dos veículos e são bastante congestionadas. Há somente duas paradas para comer e ir ao banheiro. A vantagem do sleeper é que a viagem ocorre durante a noite. Assim, economiza-se tempo e dinheiro.

Para conseguir as passagens, basta pedir a alguém na recepção do hotel. Eles ligam e contratam o serviço. Uma Van busca você e o leva para o local de embarque.

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